Qual é o alcance do seu negócio?

Você deve lembrar daquele ditado popular “quem não é visto, não é lembrado”, não é mesmo? Houve tempo em que a sua marca precisava aparecer todo dia no jornal para ficar gravada na mente de potenciais consumidores, e ainda ter a sorte de ser lembrada em alguma eventual necessidade.

O poder da publicidade na época era de criar necessidades em um público que nem sempre estava receptivo a consumir aquilo que estava sendo oferecido, e para comunicar um novo produto ou serviço, o empresário precisava produzir milhares de panfletos com a mesma comunicação e distribuí-los um a um, num tremendo esforço para garimpar um potencial cliente.

Mas com a chegada da internet as regras mudaram e novas possibilidades surgiram. O consumidor antes passivo aos apelos da mídia agora passou a pesquisar sobre tudo e a barganhar pelo melhor produto ou serviço. Por outro lado, a sua rápida adesão à tecnologia também permitiu às empresas segmentarem a sua comunicação e se tornarem ainda mais competitivas na busca pela melhor oferta.

Em 2015, os brasileiros passaram mais tempo navegando na internet (média de 5h) do que assistindo TV (média de 4h30min)¹

Hoje a atenção do consumidor é disputada a todo momento desde que ele acorda: a propaganda de um nova bebida na TV, o anúncio patrocinado daquela marca que ele segue na timeline do Facebook, o outdoor de um novo curso de formação profissional no caminho para o trabalho, o jingle de um nova tele-entrega de pizza no rádio, o anúncio de um novo imóvel no jornal, a propaganda de uma nova bebida quando você clica em um vídeo no Youtube, ufa!

Frente a esta avalanche de anúncios, não é quem é mais visto que tem sido mais lembrado. Diferente do que prega o ditado popular, hoje quem é mais relevante é que vende mais. Com tanta informação disponível, não dá nem tempo de lembrar. Basta abrir o Google e pronto, lá está o que você precisa. Então se sua marca consegue estar presente para o cliente no momento em que ele mais precisa, você se torna mais relevante e tem mais chances de realizar uma venda.

Mas como fazer isso? Hoje já é possível anunciar o seu negócio para quem procura por aquilo que você oferece, como faz o Google a partir do serviço de links patrocinados, mas a rápida adesão dos consumidores aos smartphones (acredite, já existem mais celulares que pessoas no Brasil) fez com que em 2015, a quantidade de buscas no Google fosse maior em dispositivos móveis do que em computadores e notebooks. Isso mesmo, o acesso à internet hoje está na palma da mão do consumidor, a qualquer momento.

Por isso que os anúncios geolocalizados, aqueles que aparecem no smartphone do usuário no momento em que ele está procurando por algo que precisa, são o futuro da publicidade. Com a atenção cada vez mais voltada para a telinha, as empresas que conseguirem estar disponíveis para seus clientes no momento em que eles estiverem próximos e interessados em seu negócio, é que vão levar o peixe.

Dos usuários de smartphones, 74% consultam seus telefones enquanto estão em pé numa loja decidindo qual produto comprar.²

Os anúncios geolocalizados, como o próprio termo propõe, são baseados na localização do usuário e podem ser ativados quando ele estiver próximo de algum ponto de interesse. Unindo localização com relevância, fica mais fácil atingir clientes que estejam propensos a comprar o seu produto ou serviço.

Apesar do rápido crescimento e adesão dos dispositivos móveis no Brasil, poucas ferramentas ainda permitem criar essa ponte de acesso junto ao consumidor. Um exemplo de aplicativo baseado no interesse do consumidor e que permite ao empresário divulgar o seu negócio para quem está próximo é o SpotFinder, um guia de locais que sugere ao consumidor os melhores lugares próximos.

Se você quer estar na vanguarda da tecnologia e se tornar ainda mais competitivo, conheça o SpotFinder e descubra como ele pode aumentar o alcance do seu negócio para clientes que estão próximos e interessados naquilo que você tem para oferecer.

Fontes:

1 Pesquisa Brasileira de Mídia 2015 (PBM 2015)
2 ThinkWhitGoogle – A Revolução dos Micro-Momentos: como eles estão mudando as regras